Desde que o direito de escolha existe, tenho votado PSD.
Sou admirador do Dr. Sá Carneiro, do Prof. Cavaco Silva e de algumas outras personalidades que se têm distinguido na vida pública nacional pela clareza dos seus ideais e princípios, pela honestidade e rigor dos seus comportamentos, e pela subordinação dos interesses pessoais ao interesse público.
Nos últimos dois anos acrescentei mais um nome à minha galeria de notáveis: o da Ministra das Finanças Drª. Manuela Ferreira Leite.
Não tenho com ela, nem com qualquer pessoa das suas relações, qualquer ligação, pelo que o meu sentimento é genuíno e autêntico.
Com o seu programa de equilíbrio das finanças públicas, sem o qual não é possível transformar e modernizar o País, a Drª. Manuela Ferreira Leite enfrentou, praticamente sozinha (e de uma forma completamente desinteressada), as consequências mais negativas que no imediato têm afectado os portugueses mais desprotegidos.
Com a força das suas convicções, enorme competência e grande coragem tem realizado um trabalho excepcional que as futuras gerações não deixarão de registar.
Competente, honesta, trabalhadora e dedicada exclusivamente à Causa Pública é como eu vejo esta Senhora notável.
Trata-se de um caso de excepção num País onde é fácil encontrar todo o tipo de corrupção (a todos os níveis), em que os políticos pensam em primeiro lugar nos seus interesses pessoais ou corporativos e em que o dinheiro dos contribuintes é esbanjado sem pudor nem receio.
...........
Compreendo o sentimento de hostilidade que grande parte da população lhe dedica, mas não compreendo a falta de solidariedade que os seus pares no PSD têm demonstrado, nem a aparente satisfação com que a vêem partir, sem uma palavra de agradecimento e de apreço.
Foi com tristeza e revolta que a vi ontem, na televisão, deixar a sede do PSD sozinha, cabisbaixa, acompanhada por dichotes de pessoas com microfones e câmaras de filmar.
............
Considero também lamentável que a comunicação social tenha ignorado completamente a (implícita) homenagem que lhe está já a ser prestada pelas elites mais responsáveis deste País, a começar pelo Senhor Presidente da República, ao considerarem como fundamental a manutenção da política de rigor e de contenção orçamental pela qual se sacrificou e pela qual tem sido injustamente criticada.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário