terça-feira, agosto 03, 2004

FAHRENHEIT 9/11

Todos nós temos qualidades e defeitos. Quando se pretende dizer mal de alguém, referem-se apenas os seus defeitos, ignorando as qualidades. Faz-se o inverso quando se deseja enaltecer a pessoa.
Isto é, manipula-se a verdade da forma mais conveniente.
E a verdade sai falseada.
Lembrei-me desta técnica simples de manipulação com que nos confrontamos diariamente na convivência com outras pessoas, quando assisti ontem ao filme Fahrenheit 9/11, de Michael Moore.
O que incomoda é que o autor, no desejo de prejudicar gravemente a imagem do Presidente Americano, George Bush, nem sequer evitou a divulgação de imagens extremamente chocantes da guerra do Iraque, que a própria televisão americana não publicou, por respeito para com os espectadores e especialmente os familiares das vítimas.
O filme é manifestamente desonesto e mal intencionado.
Trata-se de chicana política.
De tal forma que nem os próprios democratas, incluindo o candidato John Kerry, se querem ver associados a ele.

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