Quando alguém perguntou a João Paulo II quantas pessoas trabalhavam no Vaticano, ele respondeu com um sorriso meigo e muita ironia: “cerca de metade”.
Aparentemente o que se passa em matéria de produtividade no Vaticano é o que acontece na maioria das empresas e organizações portuguesas em que só parte dos trabalhadores é que trabalha. Os restantes pouco ajudam e nalguns casos até prejudicam.
A produtividade, obviamente é baixa, com a excessiva protecção da lei e a vigilância atenta dos sindicatos, que protegem os (maus) trabalhadores (os bons não precisam de protecção).
A fim de exercerem a suas funções com a maior eficiência deveriam as empresas ter liberdade para escolherem os seus trabalhadores, sem constrangimentos.
Alguém imagina uma equipa de futebol em que os jogadores, a título de uma qualquer preocupação social, não pudessem ser dispensados quando jogam mal ?
Faz algum sentido manter no activo trabalhadores desajustados tecnologicamente e no desemprego os filhos deles que têm melhor escolaridade e preparação ?
Não seria preferível dar o subsídio de desemprego ao pai e pagar o salário ao filho?
Com maior produtividade, haveria mais e melhor economia e mais recursos para proteger aqueles que precisam.
Por que razão no casamento é possível o divórcio e no emprego não?
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