O programa do Ministro não chegou a ser aplicado ao Professor porque este, depois de falar com o cunhado, que conhecia bem o e-government, resolveu desaparecer, sem alegar pressões ou outras maldades que eram sempre possíveis.
E, assim, a confusão instalou-se naquele País demasiado pequeno para tamanho imbróglio.
Todos falaram ao mesmo tempo.
No meio de toda a algazarra, foi grande a surpresa, quando se começou a perceber que estavam todos de acordo com tudo. Isto é: a liberdade de expressão é o máximo; não podem existir pressões sobre ao jornalistas, para não lhes criar stress, o País vive em liberdade total, etc., etc....
Acalmados os ânimos, o Chefe foi novamente à televisão para tomar mais umas decisões. Anunciou então algumas boas novas. Graças a si e aos seus colegas de equipa (os titulares e os que estavam no banco) o País já não estava de tanga, mas com os cofres cheios. Assim, ia poder cumprir as suas promessas: aumentar os salários e as reformas e baixar os impostos, sem aumentar o défice.
Parecia um milagre, que ninguém compreendia. Até os mais reputados economistas, conhecidos por saberem bem fazer contas, não encontraram a fonte de tanta abundância.
Talvez, admitiu um, se vendam algumas jóias. Ou se vá ao mealheiro dos filhos...
Entretanto, o Chefe regressou ao palácio, satisfeito consigo próprio, pois controlava a situação, que continuava estável. E isso era o que ele mais desejava.
(novo intervalo, antes de novas aventuras na nação pequena)
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